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Shelton Lalgy, membro de uma influente família de empresários moçambicanos raptado em finais de Novembro de 2019, terá sido solto pelos seus raptores, conforme soube o Moçambique Interativo  de fonte empresarial.
A informação não foi ainda confirmada pela família ou pelas autoridades policiais, muito menos detalhes das condições em que terá ocorrido a restituição do jovem ao convívio familiar.
Os raptores teriam exigido uma cifra bilionária como condição para libertar Shelton Lalgy, ao ponto de forçar a família a alienar parte do patrimônio (vinte camiões) como forma de angariar fundos para satisfazer o desejo dos sequestradores.
Mesmo sem se saber o valor exigido pelos raptores, fontes entendidas afiançaram que os camiões colocados à venda poderiam corresponder a aproximadamente 3,5 milhões de dólares norte-americanos.
Shelton Lalgy foi raptado em finais de Novembro de 2019 na cidade da Matola, província de Maputo, Sul de Moçambique, nas imediações da sua residência, depois de uma sessão de ginastica matinal.
Na altura a Polícia da República de Moçambique (PRM) disse que o sequestro foi protagonizado por indivíduos desconhecidos que vinham numa viatura branca de marca Toyota, modelo Noah e sem chapa de inscrição.
“Estes interpelaram o cidadão Shelton Lalgy a caminho da sua residência quando vinha de uma actividade física, algures na cidade da Matola”, escreveu em comunicado de imprensa a PRM que depois mandou distribuir pela comunicação social.
A Polícia detalhou então que os indivíduos bloquearam a viatura do sequestrado e mandaram que se retirasse, abandonando a mesma para a viatura dos meliantes.

Shelton Lalgy solto do cativeiro depois de mais de 2 meses de sequestro

Shelton Lalgy, membro de uma influente família de empresários moçambicanos raptado em finais de Novembro de 2019, terá sido solto pelos seus raptores, conforme soube o Moçambique Interativo  de fonte empresarial.
A informação não foi ainda confirmada pela família ou pelas autoridades policiais, muito menos detalhes das condições em que terá ocorrido a restituição do jovem ao convívio familiar.
Os raptores teriam exigido uma cifra bilionária como condição para libertar Shelton Lalgy, ao ponto de forçar a família a alienar parte do patrimônio (vinte camiões) como forma de angariar fundos para satisfazer o desejo dos sequestradores.
Mesmo sem se saber o valor exigido pelos raptores, fontes entendidas afiançaram que os camiões colocados à venda poderiam corresponder a aproximadamente 3,5 milhões de dólares norte-americanos.
Shelton Lalgy foi raptado em finais de Novembro de 2019 na cidade da Matola, província de Maputo, Sul de Moçambique, nas imediações da sua residência, depois de uma sessão de ginastica matinal.
Na altura a Polícia da República de Moçambique (PRM) disse que o sequestro foi protagonizado por indivíduos desconhecidos que vinham numa viatura branca de marca Toyota, modelo Noah e sem chapa de inscrição.
“Estes interpelaram o cidadão Shelton Lalgy a caminho da sua residência quando vinha de uma actividade física, algures na cidade da Matola”, escreveu em comunicado de imprensa a PRM que depois mandou distribuir pela comunicação social.
A Polícia detalhou então que os indivíduos bloquearam a viatura do sequestrado e mandaram que se retirasse, abandonando a mesma para a viatura dos meliantes.
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