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Connor Reed, de 25 anos, vive na China há três anos.

O professor Connor Reed, de 25 anos, foi o primeiro britânico a ser diagnosticado com o novo coronavírus em Wuhan, na China.

Dois meses depois e já curado, o docente garantiu ao The Sun que venceu o vírus com “um copo de whisky quente e mel”.
Connor, que vive na China há três anos, disse ao jornal britânico que foi ao hospital devido à forte tosse e por não conseguir respirar. Acabou por ficar lá internado durante duas semanas.
“Quando os médicos disseram que tinha apanhado o coronavírus, fiquei cheio de medo. Pensei que ia morrer, mas consegui vencê-lo”, começou por contar.
“Usei um inalador que ajudou a controlar a tosse, mas foi com whisky quente e mel que consegui matar o vírus”, explicou, acrescentando que se recusou a tomar antibióticos.
Quando confrontado com a possibilidade de regressar ao Reino Unido, num avião fretado pelo Governo para repatriar os britânicos a viver na China, tal como aconteceu com Portugal e outros países da Europa, Connor recusou.
"Eu sou a prova de que o coronavírus pode ser vencido", afirmou.

Descoberta a cura do Coronavirus "whisky e mel" diz Britanico

Connor Reed, de 25 anos, vive na China há três anos.

O professor Connor Reed, de 25 anos, foi o primeiro britânico a ser diagnosticado com o novo coronavírus em Wuhan, na China.

Dois meses depois e já curado, o docente garantiu ao The Sun que venceu o vírus com “um copo de whisky quente e mel”.
Connor, que vive na China há três anos, disse ao jornal britânico que foi ao hospital devido à forte tosse e por não conseguir respirar. Acabou por ficar lá internado durante duas semanas.
“Quando os médicos disseram que tinha apanhado o coronavírus, fiquei cheio de medo. Pensei que ia morrer, mas consegui vencê-lo”, começou por contar.
“Usei um inalador que ajudou a controlar a tosse, mas foi com whisky quente e mel que consegui matar o vírus”, explicou, acrescentando que se recusou a tomar antibióticos.
Quando confrontado com a possibilidade de regressar ao Reino Unido, num avião fretado pelo Governo para repatriar os britânicos a viver na China, tal como aconteceu com Portugal e outros países da Europa, Connor recusou.
"Eu sou a prova de que o coronavírus pode ser vencido", afirmou.
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