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A China continua a ser o principal credor, já que só ao gigante asiático “cabe” 48% do total do stock da dívida externa angolana. Cada angolano “deve” 745 USD à China. De seguida surge o Reino Unido, a quem cada angolano “deve” 287 USD. Espanha completa o pódio dos maiores credores do País, já que cada cidadão nacional lhe “deve” 83 USD.
Segundo o jornal Expansão, a dívida pública externa disparou 30% para 46.758 milhões USD desde o início da crise, em 2014, até ao terceiro trimestre do ano passado, período em que cada um dos 30,2 milhões de Angolanos já devia 1.548 USD ao estrangeiro, sendo que quase metade desse valor é à China, de acordo com cálculos do Expansão sobre dados do Banco Nacional de Angola (BNA).
Se olharmos para o inicio da crise, o stock da dívida externa angolana era de 35.933 milhões USD (incluindo atrasados). Nesta altura, de acordo o Censo 2014 do Instituto Nacional de Estatística (INE), Angola tinha 25,8 milhões de habitantes. Contas feitas, cada um dos angolanos “devia” 1.393 USD ao estrangeiro.
Não foi só a dívida externa que cresceu, já que a população também deu um salto para cerca de 30,2 milhões em apenas seis anos, ou seja, mais 4,4 milhões que em 2014. Assim, de acordo com cálculos do Expansão, no terceiro trimestre de 2019, cada um dos 30,2 milhões de angolanos devia 1.548 USD ao estrangeiro, um pouco acima da divida por habitante no final de 2014, já que essa “divida” em 2019 é dividida por mais 4,4 milhões de nacionais.
Se por um lado a população cresceu e a dívida também, por outro, diminuiu o rendimento per capita, que na prática representa a distribuição da riqueza produzida no País por habitante. Em seis anos, o PIB per capita caiu 46% para 3.038 USD, de acordo com cálculos do Expansão com base em dados do Fundo Monetário Internacional. Ou seja, os angolanos estão hoje mais pobres face a 2014, já que a população continua a crescer a taxas superiores ao Produto Interno Bruto. E estão também mais endividados.
A maior parte desta dívida é comercial, dividida entre bancos e fornecedores. A dívida à banca comercial estrangeira era, no terceiro trimestre de 2019, equivalente a 32.411 milhões USD, 69% do total da dívida externa, incluindo atrasados. Em relação a 2014, os “kilapis” com os bancos estrangeiros dispararam 39%.
Já a fornecedores, a dívida disparou 78% face ao inicio da crise, para 4.392 milhões USD. Quanto à dívida bilateral, ou seja, Estado a Estado, esta caiu 18% para 6.374 milhões USD no III trimestre do ano passado. Já a multilateral, ou seja, a instituições internacionais como o FMI ou o Banco Mundial disparou 115% para 3.580 milhões USD.
A China continua a ser o principal credor de Angola, já que só ao gigante asiático “cabe” 48% do total do stock da dívida externa angolana. Ou seja, cada angolano “deve” 745 USD à China. De seguida surge o Reino Unido, a quem cada angolano “deve” 287 USD. Espanha completa o pódio dos maiores credores do País, já que cada cidadão nacional lhes “deve” 83 USD.

Cada angolano deve 745 dólares à República Socialista da China

A China continua a ser o principal credor, já que só ao gigante asiático “cabe” 48% do total do stock da dívida externa angolana. Cada angolano “deve” 745 USD à China. De seguida surge o Reino Unido, a quem cada angolano “deve” 287 USD. Espanha completa o pódio dos maiores credores do País, já que cada cidadão nacional lhe “deve” 83 USD.
Segundo o jornal Expansão, a dívida pública externa disparou 30% para 46.758 milhões USD desde o início da crise, em 2014, até ao terceiro trimestre do ano passado, período em que cada um dos 30,2 milhões de Angolanos já devia 1.548 USD ao estrangeiro, sendo que quase metade desse valor é à China, de acordo com cálculos do Expansão sobre dados do Banco Nacional de Angola (BNA).
Se olharmos para o inicio da crise, o stock da dívida externa angolana era de 35.933 milhões USD (incluindo atrasados). Nesta altura, de acordo o Censo 2014 do Instituto Nacional de Estatística (INE), Angola tinha 25,8 milhões de habitantes. Contas feitas, cada um dos angolanos “devia” 1.393 USD ao estrangeiro.
Não foi só a dívida externa que cresceu, já que a população também deu um salto para cerca de 30,2 milhões em apenas seis anos, ou seja, mais 4,4 milhões que em 2014. Assim, de acordo com cálculos do Expansão, no terceiro trimestre de 2019, cada um dos 30,2 milhões de angolanos devia 1.548 USD ao estrangeiro, um pouco acima da divida por habitante no final de 2014, já que essa “divida” em 2019 é dividida por mais 4,4 milhões de nacionais.
Se por um lado a população cresceu e a dívida também, por outro, diminuiu o rendimento per capita, que na prática representa a distribuição da riqueza produzida no País por habitante. Em seis anos, o PIB per capita caiu 46% para 3.038 USD, de acordo com cálculos do Expansão com base em dados do Fundo Monetário Internacional. Ou seja, os angolanos estão hoje mais pobres face a 2014, já que a população continua a crescer a taxas superiores ao Produto Interno Bruto. E estão também mais endividados.
A maior parte desta dívida é comercial, dividida entre bancos e fornecedores. A dívida à banca comercial estrangeira era, no terceiro trimestre de 2019, equivalente a 32.411 milhões USD, 69% do total da dívida externa, incluindo atrasados. Em relação a 2014, os “kilapis” com os bancos estrangeiros dispararam 39%.
Já a fornecedores, a dívida disparou 78% face ao inicio da crise, para 4.392 milhões USD. Quanto à dívida bilateral, ou seja, Estado a Estado, esta caiu 18% para 6.374 milhões USD no III trimestre do ano passado. Já a multilateral, ou seja, a instituições internacionais como o FMI ou o Banco Mundial disparou 115% para 3.580 milhões USD.
A China continua a ser o principal credor de Angola, já que só ao gigante asiático “cabe” 48% do total do stock da dívida externa angolana. Ou seja, cada angolano “deve” 745 USD à China. De seguida surge o Reino Unido, a quem cada angolano “deve” 287 USD. Espanha completa o pódio dos maiores credores do País, já que cada cidadão nacional lhes “deve” 83 USD.
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