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As autoridades policiais, na cidade de Nampula, detiveram, nesta quinta-feira (23), um dia após a publicação do Ikweli, pelo menos quatro, dos dez, indivíduos indiciados de violarem sexualmente uma menor de 15 anos de idade no mercado 25 de Junho, vulgo matadouro.
Dos quatro indivíduos apresentados pela Polícia da República de Moçambique (PRM), três, também, são menores, cuja idade varia entre 12 a 15 anos. À imprensa, os mesmos foram confessos pela prática criminal a qual são imputados. Um dos indivíduos mentor da iniciativa, por sinal também adolescente, conhecido por Passarinho, contou a jornalistas que imobilizaram a vítima com ajuda de outros indivíduos e a seguir amarraram e arrastaram-na para uma barraca abandonada.

“Nós levamos a menina porque existe um tio que nos tinha prometido dar dinheiro, assim que levássemos ela ao seu encontro. Mas, todos nós, não mantivemos relações sexuais com ela, visto que quando estávamos prestes a começar um senhor nos encontrou, daí saltamos o muro de vedação e deixamos a menina naquele sítio”, entrou esta história para a nossa versão do crime, cuja vítima está sofrendo pelo acto macabro e clama por justiça.
Outros integrantes da quadrilha negam o seu envolvimento no caso. Um deles é A. Gasolina, de 23 anos de idade. Perante a imprensa, Gasolina, que considera-se inocente, disse não conhecer as reais causas que ditaram a sua detenção. “Recebi uma chamada de um agente da polícia civil, e quando fui ao encontro dele perguntou-me se eu era A., e quando confirmei levou-me imediatamente ao Posto Policial de Muatala”, disse este indiciado, cuja identidade omitimo-la, parcialmente, por presunção de inocência.
O jovem contou ainda que “quando cheguei no posto encontrei o Passarinho e disse que eu sou o namorado da menor, e que no dia da violação estava presente, o que não é verdade. Eu não estava, só conheci a mãe da menina no ano passado, porque ela vende comida e pratos, cuja mercadoria no fim da actividade guarda na banca do meu tio, onde eu sou o guarda. Quando a mãe estava a procura da sua filha cruzou comigo e perguntou-me se não tinha visto a menina, respondi, na altura, que não”.
Por sua vez, o porta-voz do Comando Provincial da PRM, em Nampula, Zacarias Nacute, disse que a neutralização dos indivíduos resulta de um trabalho que a polícia está a desenvolver desde o dia em que recebeu a denúncia.
Nacute fez saber que, neste momento, a corporação está no encalço dos outros integrantes da quadrilha, a monte, de modos a serem responsabilizados pelo crime cometido.
Entretanto, pelo facto de três dos quatro violadores serem menores de idade foram, segundo fez saber Zacarias Nacute, restituídos a liberdade. Contudo, Nacute apela aos pais e encarregados de educação para evitar mandar as crianças sozinhas em locais distantes e sem sequer alguma protecção, como forma de evitar situações do género. (Texto: Celestino Manuel *Fptp: Hermínio Raja) 

Quatro dos dez que violaram menor de 15 anos neutralizados pela PRM

As autoridades policiais, na cidade de Nampula, detiveram, nesta quinta-feira (23), um dia após a publicação do Ikweli, pelo menos quatro, dos dez, indivíduos indiciados de violarem sexualmente uma menor de 15 anos de idade no mercado 25 de Junho, vulgo matadouro.
Dos quatro indivíduos apresentados pela Polícia da República de Moçambique (PRM), três, também, são menores, cuja idade varia entre 12 a 15 anos. À imprensa, os mesmos foram confessos pela prática criminal a qual são imputados. Um dos indivíduos mentor da iniciativa, por sinal também adolescente, conhecido por Passarinho, contou a jornalistas que imobilizaram a vítima com ajuda de outros indivíduos e a seguir amarraram e arrastaram-na para uma barraca abandonada.

“Nós levamos a menina porque existe um tio que nos tinha prometido dar dinheiro, assim que levássemos ela ao seu encontro. Mas, todos nós, não mantivemos relações sexuais com ela, visto que quando estávamos prestes a começar um senhor nos encontrou, daí saltamos o muro de vedação e deixamos a menina naquele sítio”, entrou esta história para a nossa versão do crime, cuja vítima está sofrendo pelo acto macabro e clama por justiça.
Outros integrantes da quadrilha negam o seu envolvimento no caso. Um deles é A. Gasolina, de 23 anos de idade. Perante a imprensa, Gasolina, que considera-se inocente, disse não conhecer as reais causas que ditaram a sua detenção. “Recebi uma chamada de um agente da polícia civil, e quando fui ao encontro dele perguntou-me se eu era A., e quando confirmei levou-me imediatamente ao Posto Policial de Muatala”, disse este indiciado, cuja identidade omitimo-la, parcialmente, por presunção de inocência.
O jovem contou ainda que “quando cheguei no posto encontrei o Passarinho e disse que eu sou o namorado da menor, e que no dia da violação estava presente, o que não é verdade. Eu não estava, só conheci a mãe da menina no ano passado, porque ela vende comida e pratos, cuja mercadoria no fim da actividade guarda na banca do meu tio, onde eu sou o guarda. Quando a mãe estava a procura da sua filha cruzou comigo e perguntou-me se não tinha visto a menina, respondi, na altura, que não”.
Por sua vez, o porta-voz do Comando Provincial da PRM, em Nampula, Zacarias Nacute, disse que a neutralização dos indivíduos resulta de um trabalho que a polícia está a desenvolver desde o dia em que recebeu a denúncia.
Nacute fez saber que, neste momento, a corporação está no encalço dos outros integrantes da quadrilha, a monte, de modos a serem responsabilizados pelo crime cometido.
Entretanto, pelo facto de três dos quatro violadores serem menores de idade foram, segundo fez saber Zacarias Nacute, restituídos a liberdade. Contudo, Nacute apela aos pais e encarregados de educação para evitar mandar as crianças sozinhas em locais distantes e sem sequer alguma protecção, como forma de evitar situações do género. (Texto: Celestino Manuel *Fptp: Hermínio Raja) 
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